Pregando Culto de Jovens !!!
Quem sou eu
Seja bem vindo !!!
Espero que atraves desse brog você possam nos conheçer melhor, e seja de seu releito espiritual.
Brilhe a vossa luz – Ilustração
Brilhe a vossa luz – Ilustração - O senhor não se apavora de viver aqui? E terrível este lugar para se permanecer nele!
- Não – respondeu o faroleiro. Não tenho medo. Aqui nunca pensamos em nós mesmos.
- Como é isto!? Nunca pensam em si mesmos!?
- Nós sabemos que estamos perfeitamente seguros e cuidamos de ter as nossas lâmpadas brilhando e nossos refletores bem limpos, de modo que aqueles que se acharem em perigo, possam ser salvos.
Isto é o que os cristãos devem fazer. Eles estão salvos numa casa construída sobre a rocha, que não poderá ser abalada pelas tempestades mais tremendas, e num espírito do mais santo altruísmo devem fazer brilhar sua luz através das trevas do pecado, a fim de que os que se acham em perigo possam alcançar as praias bonançosas de salvação
fonte:gospelprime
Entrando Em Acordo Com O Inimigo – Ilustração
Baixando a espingarda o caçador falou “Eu quero um casaco de pelo de urso para me cobrir.” “Bom, esta é uma questão negociável” falou o urso. “Eu apenas quero um estomago cheio. Vamos negociar.”
Depois de algum tempo falando, o urso voltou sozinho para a floresta. As negociações foram um sucesso. Cada um recebeu o que queria. O urso conseguiu seu estomago cheio e o caçador ficou coberto de pelo de urso.
Entrar em acordo raramente satisfaz ambos os lados igualmente. Na negociação com nosso inimigo, ele promete o que nós queremos, mas apenas pretende levar o que ele quer – a nossa alma. Você está tentando entrar em acordo ou negociar com o inimigo?
Fonte: Hermeneutica
fonte:gospelprime
Liga Pra Mim – Ilustração
Liga Pra Mim – Ilustração Quando quase tudo já está no lugar, logo nas primeiras horas do primeiro dia, entra um homem na sua sala de espera.
Como a porta entre os dois ambientes estava meio aberta, ele resolveu impressionar seu primeiro cliente.
Retirou o telefone do gancho, fingiu discar para alguém e começou a falar em voz alta:
- Sim, senhor, pode ficar tranqüilo… não, não… nunca perdi uma ação.
- Não, senhor, não é demorado. Vamos agilizar o processo. Conheço as pessoas certas.
E, assim, ele continuou por alguns minutos. Enquanto isso, com a mão direita espalmada para frente, fazia sinais ao seu cliente, pedindo-lhe que aguardasse um pouco.
Recolocou o telefone de volta na aparelho, dirigiu-se à recepção e perguntou:
- Em que posso ajudá-lo, meu amigo?
- Sou da companhia telefônica, respondeu o homem, vim ligar o telefone
fonte:gospelprime
O Professor Que Realmente Ensinou
O Professor Que Realmente Ensinou – Ilustração Naquele ano Dr. Chandrasekhar foi chamado para ensinar um seminário sobre astrofísica, sua especialidade. Na época ele morava em Wisconsin, outro estado, onde realizava pesquisas num observatório de astronomia.
Ele pretendia viajar duas vezes por semana para dar a aula, apesar de que o seminário seria durante um inverno rigoroso.
As matrículas para o seminário, porém, foram muito baixas. Apenas dois estudantes se inscreveram para o curso. A faculdade esperava que Dr. Chandrasekhar fosse cancelar o curso, ao em vez de perder seu tempo valioso. Mas, com apenas dois estudantes inscritos, ele deu a matéria. Ele enfrentou duas vezes por semana uma viajem de mais de 300 quilômetros na neve e frio por estradas do interior do estado para dar aula a dois alunos.
Os estudantes dele foram dois chineses naturalizados americanos, Chen Ning Yang e Tsung-Dao Lee. Eles eram apenas estudantes de faculdade, no começo de suas carreiras. Ninguém os conhecia. Ninguém nunca ouvira falar deles. Todos os três eram estrangeiros. Provavelmente nenhum deles falava inglês com muita facilidade.
Havia motivos de sobra para Dr. Chandrasekhar cancelar o curso, antes ou até depois de começar. Mas, 2 vezes por semana ele fez a longa viagem na neve para Chicago para ensinar seus dois alunos chineses.
Dez anos mais tarde, Dr. Chandrasekhar recebeu sua gratificação. Em 1957 Chen Ning Yang e Tsung-Dao Lee receberam em conjunto o prêmio mais cobiçado das ciências, o Prêmio Nobel de física.
Trinta e seis anos mais tarde o próprio Dr. Chandrasekhar recebeu o mesmo prêmio. O velho professor foi antecipado pelos seus próprios alunos. Mais, não devemos imaginar que ele ficou triste por isso.
Pelo contrário. Podemos imaginar que foi com muito orgulho e satisfação que o velho professor lembrou dois alunos, estrangeiros, desconhecidos, mal falando uma nova idioma. Eles eram apenas aprendizes de um professor famoso. Ele era um professor muito ocupado nas suas próprias pesquisas e realizações. Mas ele era um professor que separou seu tempo precioso para ensinar naquele inverno rigoroso de 1947 dois alunos que mostraram interesse. Dois alunos que depois mostraram seu verdadeiro potencial. (Lc 22:31-32)
Quando eu li a história de Dr. Chandrasekhar eu fiquei curioso sobre uma coisa. Por que será que aquele físico tão conhecido na época levou tanto tempo para ser reconhecido? Por que será que ele levou 28 anos amais que seus alunos ilustres para receber o mesmo prêmio? Será que foi porque ele era menos inteligente? Será que ele era um homem preguiçoso? Será que ele não se esforçava o suficiente?
Os fatos da história me levaram a crer que nenhum destes motivos explica a demora para que este homem recebesse também seu reconhecimento.
Depois de refletir um pouco mais eu cheguei a uma conclusão que me parece a mais lógica. Ele levou tanto tempo, porque ele não se dedicou exclusivamente às suas pesquisas.
Ele se dedicou também a uma outra profissão – o ensino. Ele não era exclusivamente físico. Ele era também professor. Ele não se contentou em ver o que ele poderia realizar na vida. Ele queria também ver o que outros, beneficiados pelo seu conhecimento, poderiam fazer.
Ele não guardou para si mesmo e para sua própria glória e honra os frutos dos seus trabalhos. Ele deu de si para outros, para que outros também pudessem ser beneficiados.
É mais ou menos assim com os bons professores. É assim também com os verdadeiros discípulos de Jesus. Você tem que dar de si. Você tem que se privar. Você tem que se negar. Você tem que ajudar os outros.
Mas, não poderia ser de outro jeito. Foi assim mesmo que o Mestre dos Mestres ensinou seus alunos.
“Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue.” (Lc 9:23)
“Se alguém quer ser o primeiro, será o último…” (Mc 9:35)
“Quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos.” (Mc 10:44)
“Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” (João 13:15)
Fonte: Hermeneutica
A Música Do Evangelho – Ilustração
A Música Do Evangelho – Ilustração Nossa missão é tocar para os ouvidos do mundo a música sublime do Evangelho!
Recebemos esta sublime mensagem de graça. Vamos não parar de tocar nunca. Vamos tocar, vamos contar o Evangelho, não porque somos mandados, mas, porque podemos porque o Espírito quer e porque Jesus está conosco
fonte:gospelprime
Três cegos e um Elefante – Ilustração
Três cegos e um Elefante – Ilustração Nenhum daqueles três homens jamais tinham tido qualquer contato com um elefante, portanto, não faziam a menor idéia de como ele era. O primeiro aproximou-se, tocou numa parte do animal e disse: “Que animal esquisito… mais se parece com um muro”. O segundo homem tocou em outra parte e disse: “Muro???… para mim, mais se parece com uma lança”. “Pois, para mim, mais se parece com uma cobra!”, exclamou outro, com um pouco de medo. “Bem…”, disse um deles, “… também se parece com uma árvore”. Todos riram. “Ou, com uma corda!”. Finalmente, um deles tentou mais uma vez: “Que nada… se parece com um grande abanador”. Riram ainda mais.
“Tantas opiniões diferentes” dirá o prezado leitor. “Que grande confusão”. Mas não é, pois, o elefante tem, na verdade, flancos como muros, dois grandes dentes como lanças, tem uma tromba que parece uma cobra, e pernas como pequenas árvores, o rabo parece uma corda e, as orelhas se parecem com grandes abanadores. Juntando tudo isto, temos uma descrição, quase perfeita, de um elefante! Cada um dos cegos “VIU” o elefante numa ótica, mas, nenhum deles pode “ver” o elefante inteiro, pois ele era muito grande.
Assim é também a nossa percepção de Deus: cada um de nós pensa que tem uma perfeita compreensão do seu ser, mas, Deus é grande demais para a mente de qualquer um de nós
fonte:gospelprime
Guerra de Carvão – Ilustração
Guerra de Carvão – Ilustração
O menino chega em casa bufando de raiva de um colega da escola que o humilhou na frente de seus amigos.Em vão seu pai tenta acalmá-lo. Percebendo, então, que ele precisa “botar pra fora” sua raiva, o pai propõe-lhe uma forma alternativa de vingança:
- Vê aquela camiseta branca no varal, filho? Pois, bem, imagine que aquela camiseta é menino que te aborreceu. Pegue aqui neste saco alguns pedaços de carvão e atire bem no peito dele. Vamos ver quantas vezes você é capaz de acertá-lo, até que sua raiva passe.
A coisa toda pareceu-lhe boba, mas ele aceitou, afinal de contas seu pai estava do seu lado.
Errou algumas, acertou outras, mas atirou até a última pedra de carvão que havia no saco. No fim o pai perguntou-lhe:
- E aí, filhão, como se sente?
- Cansado, disse ele sorrindo, mas, em compensação, olha só como ficou a camiseta!
O pai, então, convida-o a entrar e o coloca diante de um espelho. O menino leva um susto ao ver o quanto ficou sujo ao manusear o carvão, e o pai lhe diz:
- Assim é a vingança filho, você sempre acabará ficando sujo enquanto estiver atacando a pessoa que odeia. Perdoar é melhor!
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.
Mateus 6.14-15
Parece, mas não é!
Há textos estranhos nas escrituras sagradas. Que pairam sobre nós, qual espada de Dâmocles, como um desafio e uma advertência....
Parece, mas não é! Há textos estranhos nas escrituras sagradas.
Que pairam sobre nós, qual espada de Dâmocles, como um desafio e uma advertência.
Conclamam-nos à sabedoria e à admissão de nossa incompetência como juízes.
Os textos abaixo, por exemplo, poderiam ser classificados de: parece, mas não é!
1 Co 3.15: “Se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele prejuízo; mas o tal será salvo, todavia, como que pelo fogo.”
Aqui o foco é o ministério, não a pessoa.
Paulo fala de um ministro que parece ser joio, mas não é.
Fala de ministros que edificam, ainda que sobre o fundamento certo, com madeira, palha e feno, elementos que o fogo da história facilmente destrói.
Madeira, palha e feno são os elementos fornecidos pela sabedoria humana, vs. 19 e 20. É ensino que gera divisão, perda da consciência de corpo e da natureza da fé.
O ensino vira corrente filosófica e o dogma ideologia.
Ou leva a Igreja da fé para as obras, da graça para o mérito, da devoção para a mágica, de Deus para o ser humano, transformando este em semideus.
O ministro é um falso mestre, mas será salvo.
O ensino dele será condenado, mas ele não.
Gente que será salva, mas não vive como discípulo.
A gente deve reprovar os seus ensinos, mas não deve fazer considerações sobre a sua salvação.
Hb 6.4-8: “Porque é impossível que os que, uma vez, foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus, e os poderes do mundo vindouro, e depois caíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; visto que, quanto a eles, estão crucificando de novo o Filho de Deus, e o expondo ao vitupério. Pois a terra que embebe a chuva, que cai muitas vezes sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção da parte de Deus; mas se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada.”
Nesse texto, o foco é a pessoa e não o ministério.
O escritor fala de uma pessoa que parecia ser discípulo, mas não era.
Tudo parecia bem com ela, mas um dia ela caiu.
Cair não é um problema insolúvel, porém, essa pessoa não encontrou o caminho do arrependimento.
E isso aparece nos frutos que ela passou a produzir.
Tal como uma terra, que apesar de ser regada e lavrada muitas vezes, apenas consegue produzir espinhos e abrolhos. O seu fim é a rejeição!
Portanto, a questão aqui, não é a queda, em si, mas no que a pessoa, que caiu, se tornou.
Seus frutos indicam que o caminho do arrependimento não foi abraçado. Ela tornou-se agente do mal.
A gente não tem autoridade para emitir qualquer juízo, mas não custa nada discernir e ficar esperto!
Parece, mas não é! Que pairam sobre nós, qual espada de Dâmocles, como um desafio e uma advertência.
Conclamam-nos à sabedoria e à admissão de nossa incompetência como juízes.
Os textos abaixo, por exemplo, poderiam ser classificados de: parece, mas não é!
1 Co 3.15: “Se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele prejuízo; mas o tal será salvo, todavia, como que pelo fogo.”
Aqui o foco é o ministério, não a pessoa.
Paulo fala de um ministro que parece ser joio, mas não é.
Fala de ministros que edificam, ainda que sobre o fundamento certo, com madeira, palha e feno, elementos que o fogo da história facilmente destrói.
Madeira, palha e feno são os elementos fornecidos pela sabedoria humana, vs. 19 e 20. É ensino que gera divisão, perda da consciência de corpo e da natureza da fé.
O ensino vira corrente filosófica e o dogma ideologia.
Ou leva a Igreja da fé para as obras, da graça para o mérito, da devoção para a mágica, de Deus para o ser humano, transformando este em semideus.
O ministro é um falso mestre, mas será salvo.
O ensino dele será condenado, mas ele não.
Gente que será salva, mas não vive como discípulo.
A gente deve reprovar os seus ensinos, mas não deve fazer considerações sobre a sua salvação.
Hb 6.4-8: “Porque é impossível que os que, uma vez, foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus, e os poderes do mundo vindouro, e depois caíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; visto que, quanto a eles, estão crucificando de novo o Filho de Deus, e o expondo ao vitupério. Pois a terra que embebe a chuva, que cai muitas vezes sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção da parte de Deus; mas se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada.”
Nesse texto, o foco é a pessoa e não o ministério.
O escritor fala de uma pessoa que parecia ser discípulo, mas não era.
Tudo parecia bem com ela, mas um dia ela caiu.
Cair não é um problema insolúvel, porém, essa pessoa não encontrou o caminho do arrependimento.
E isso aparece nos frutos que ela passou a produzir.
Tal como uma terra, que apesar de ser regada e lavrada muitas vezes, apenas consegue produzir espinhos e abrolhos. O seu fim é a rejeição!
Portanto, a questão aqui, não é a queda, em si, mas no que a pessoa, que caiu, se tornou.
Seus frutos indicam que o caminho do arrependimento não foi abraçado. Ela tornou-se agente do mal.
A gente não tem autoridade para emitir qualquer juízo, mas não custa nada discernir e ficar esperto!
O ciúme
Você já cruzou com gente que arde em ciúmes? Bem, eu sei que um pouquinho de ciúme todo mundo tem,...
O ciúme A Bíblia diz: “o amor não arde em ciúmes” (1 Coríntios 13:4).
Gente, amor combina com liberdade e com libertação. Quem ama confia, libera, emancipa o outro. Arder em ciúme é se deixar tomar pela insegurança, pelo medo. Isso acaba com qualquer relacionamento.
Isso, quando o ciúme não é mera projeção. Isto é, o sujeito não é fiel e pensa que ela, quando está longe do seu controle, está fazendo, com ele, o que ele está fazendo com Lea. E aí é verdadeiro o ditado: “o inocente paga pelo pecador.”
Às vezes o ciúme tem a ver com o medo de perder o ente amado, acontece, principalmente, quando um dos cônjuges sofre de algum complexo de inferioridade e, como sabe que o outro, por causa da sociedade em que vivemos, está, pelo menos, sob algum assédio, é tomado pelo pavor de perdê-lo. Aí é preciso convencer o outro com consistentes demonstrações de seu amor. E, um tem de aprender a confiar no outro, assim como clamar a Deus que não os deixe cair em tentação.
Infelizmente já assisti o fim de casamentos por causa disso. É triste ouvir a mulher ou o homem a dizer: “Não é que ela ou ele não me ame, mas que me sufoca com aquele ciúme doentio.”
Lembre-se: arder em ciúme não é amar. O amor liberta, confia, estimula o outro, o faz sentir-se importante, digno de confiança. E uma pessoa que se sente amada reage a esse amor com maior amor ainda. Por isso não se deixe tomar pelo ciúme, se for o caso procure ajuda. Faça o outro feliz para ser feliz. É assim que a Bíblia diz.
Um caminho de cura
O casal estava em crise, não havia mais respeito entre eles. Por qualquer coisa viviam se agredindo, pareciam estar numa...
Há um caminho de cura A esposa há muito fora do mercado, consegue um bom emprego e começa uma trajetória de sucesso. O marido vai, gradativamente, assumindo os afazeres de casa. Os papéis se invertem, ela, mais e mais, passa a jogar-lhe em rosto o novo quadro, questiona-o sobre como ele está se sentindo, agora que os papéis são outros e ela ganha muito mais do que ele nunca ganhou. A vida a dois tornou-se um inferno.
Cansados desse estado de coisa, já prestes a se separarem, resolvem procurar ajuda, começaram a freqüentar um conselheiro bíblico. O terapeuta, uma vez a par do caso, concluiu que a causa do problema era a perda de uma perspectiva.
A Bíblia diz: “Deixará o homem seu pai e sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne.” (Gênesis 2:24), falou o conselheiro, acrescentando que essa palavra bíblica celebra a unidade que se tornam homem e mulher, no casamento. Quando essa perspectiva da unidade de perde, entra na arena a competição e com ela o desrespeito.
Quando marido e mulher tem consciência de sua unidade, não importa quem provê o que, ambos trabalham para si mesmos, tanto faz quem ganha mais ou quem ganha menos, o que interessa é que estão juntos construindo um sonho comum. Reina o respeito, todos os papéis são igualmente valiosos, e não importa o quanto a vida os alterne, a unidade relativizará o quadro.
O consulto informou-lhe que se fossem por esse caminho. Encontrariam a cura: porque é assim que a Bíblia fiz.
Justiça X Perdão
O casal estava em crise, não havia mais respeito entre eles. Por qualquer coisa viviam se agredindo, pareciam estar numa...
Justiça X Perdão A esposa há muito fora do mercado, consegue um bom emprego e começa uma trajetória de sucesso. O marido vai, gradativamente, assumindo os afazeres de casa. Os papéis se invertem, ela, mais e mais, passa a jogar-lhe em rosto o novo quadro, questiona-o sobre como ele está se sentindo, agora que os papéis são outros e ela ganha muito mais do que ele nunca ganhou. A vida a dois tornou-se um inferno.
Cansados desse estado de coisa, já prestes a se separarem, resolvem procurar ajuda, começaram a freqüentar um conselheiro bíblico. O terapeuta, uma vez a par do caso, concluiu que a causa do problema era a perda de uma perspectiva.
A Bíblia diz: “Deixará o homem seu pai e sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne.” (Gênesis 2:24), falou o conselheiro, acrescentando que essa palavra bíblica celebra a unidade que se tornam homem e mulher, no casamento. Quando essa perspectiva da unidade de perde, entra na arena a competição e com ela o desrespeito.
Quando marido e mulher tem consciência de sua unidade, não importa quem provê o que, ambos trabalham para si mesmos, tanto faz quem ganha mais ou quem ganha menos, o que interessa é que estão juntos construindo um sonho comum. Reina o respeito, todos os papéis são igualmente valiosos, e não importa o quanto a vida os alterne, a unidade relativizará o quadro.
O consulto informou-lhe que se fossem por esse caminho. Encontrariam a cura: porque é assim que a Bíblia fiz.
Autor: Ariovaldo Ramos
Fonte: Irmãos
A sombra do caminhão – Ilustração
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão...
A sombra do caminhão – Ilustração “É claro, a sombra,” eles responderam.
“É isso que aconteceu conosco,” falou Barnhouse. “O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão.”
Fonte: Hermeneutica
Quanto é que você vale? – Ilustração
Uma barra de ferro vale aproximadamente $5 dólares. Esta mesma barra, se usada para fazer ferraduras vale $50. A mesma...
Quanto é que você vale? – Ilustração A matéria crua não é tão importante como a maneira que é trabalhada. Deus nos dá, cada um, dons e responsabilidades espirituais. Depende de nós se aquilo que Ele nos dá continua como apenas a matéria crua, ou, é trabalhado e transformado em algo precioso e de valor incalculável. – Autor original desconhecido.
Fonte: Hermeneutica
Imitadores de Deus
Referência: Efésios 5.1-17
INTRODUÇÃO
• Vivemos dois extremos quando se trata de imitar a Deus: Primeiro, a teologia de que o homem é um semi-Deus. Ele fala e há poder em suas palavras. Ele decreta e as coisas acontecem. Ele ordena o mundo espiritual precisa se colocar em movimento em obediência às suas ordens. Segundo, a teologia de que Deus é um ser um desuso. O mundo secularizado não leva Deus em conta. Explica tudo pela ciência. Não lugar nem espaço para Deus.
• Não podemos imitar a Deus na sua soberania, na sua onipotência, onisciência e onipresença. Não podemos imitar a Deus na criação nem na redenção.
• A imitação a Deus é um ensino claro das Escrituras (Mt 5:43-48; Lc 6:35; 1 Jo 4:10,11). Devemos imitar também a Cristo (Jo 13:34; 15:12; Rm 15:2,3,7; 2 Co 8:7,9; Fp 2:5; Ef 5:25; 1 Jo 3:16).
• Paulo argumenta que os filhos são como seus pais. Os filhos aprendem pela imitação. Deus é amor (1 Jo 4:8), por isso os crentes devem andar em amor. Deus é luz (1 Jo 5:8), portanto os crentes devem andar como filhos da luz. Deus é verdade (1 Jo 5:6), por isso os crentes devem andar em sabedoria.
I. ANDAR EM AMOR – v. 1-2
• O crente é um filho de Deus.
• O crente é um filho amado de Deus.
• O crente é comprado por um alto preço
1. Definição: A mímica era a parte mais importante para um orador : Teoria – mímica – prática. Se você quer ser um grande orador, então imita os grandes oradores do passado. Mas se você quiser ser santo, então, imita a Deus.
2. Limites da imitação – Paulo diz que devemos imitar a Deus no amor. Andar em amor denota uma ação habitual. É fazer do amor a principal regra da nossa vida. Esse amor possui duas características distintas:
O perdão – Deus nos amou e nos perdoou (4:32). Assim, também, devemos amar e perdoar (5:1).
O sacrifício (5:2; 1 Jo 3:16). Este amor não é mero sentimento. Ele tudo dá pelo irmão, sem levar em conta nenhum sacrifício por aquele a quem é dedicado. O sacrifício de Cristo foi agradável a Deus no sentido de que satisfez sua justiça e adquiriu para nós eterna e eficaz redenção.
II. ANDAR COMO FILHOS DA LUZ – v. 3-14
• Paulo passa do auto-sacrifício, para a auto-indulgência. A ordem “andai em amor” é seguida da condenação da perversão do amor.
• Os crentes são santos – v. 3-4
• O crentes são reis – v. 5-6
• Os crentes são luz – v. 7-14
• Paulo ao tratar do assunto santidade, menciona os pecados dos quais é preciso fugir (v. 3-4). Os pecados estão ligados a dois grupos: pecados do sexo ( v. 3) e pecados da língua (v. 4).
• Os pecados do sexo não deviam estar presentes na vida dos crentes. A infidelidade conjugal era espantosamente comum nos dias de Paulo. O homossexualismo vinha sendo por séculos admitido como uma normal maneira de proceder. Dos 15 imperadores romanos, 14 eram homossexuais. Havia o templo de Afrodite em Corinto e o templo de Diana em Éfeso. A imoralidade sexual era uma prática comum nesse tempo.
• Os pecados da língua não deviam também estar presentes. Conversação torpe, palavras vãs ou chocarrices não devem fazer parte do vocabulário dos crentes. Palavras obcenas, piadas imorais, mexericos fúteis
• Porque somos a nova sociedade de Deus, devemos adotar padrões novos, e porque decisivamente nos despojamos da velha vida e nos revestimos da nova vida, devemos usar roupas apropriadas. Agora, Paulo vai acrescentar mais dois incentivos à santidade:
1. A certeza do julgamento – v. 5-7
• Devemos abster-nos da imoralidade, porque nosso corpo foi criado por Deus, é unido a Cristo e a habitado pelo Espírito (1 Co 6:12-20).
• A licenciosidade não convém a santos (Ef 5:3-4).
• Agora Paulo menciona o temor do julgamento. Os imorais podem escapar do julgamento da terra, mas não do juízo de Deus.
a) Não herdarão o Reino de Cristo – v. 5 – O Reino de Cristo é o reino de justiça e será excluída toda injustiça (1 Co 6:9,10; Gl 5:21). Aquele que se entrega ao pecado sexual como uma obcessão idólatra e não se arrepende não pode ser salvo.
b) O engano dos falsos mestres que tentam silenciar a voz de Deus – v. 6 – Muitas pessoas dizem que a Bíblia é reducionista, que o problema não é o pecado, mas a culpa. O mundo acha natural e aplaude o que Deus condena. Mas quem rejeita essas coisas, Jesus não a homens, mas a Deus. Ele contra todas essas coisas é o vingador (1 Ts 4:4-8).
c) A manifestação da ira de Deus sobre os filhos da desobediência – v. 6 – Os filhos da desobediência são aqueles que conhecem a lei de Deus e deliberadamente a desobedecem. Sobre esses vem a ira de Deus agora e na eternidade (Rm 1:24,26,28; Ef 4:17-19).
d) Não sejam participantes com os impuros – v. 7 – Porque o Reino de Deus é justo e a ira de Deus sobrevirá aos injustos, não sejam participantes com eles. Paulo não está proibindo você conviver com essas pessoas, mas ser co-participantes com elas, parceiras de seus pecados. Exemplo: Ló devia sair de Sodoma para não participar da sua condenação.
2.O fruto da luz – v. 8-14
• Três são as responsabilidades decorrentes do conceito de que os crentes são “luz no Senhor”:
a) Eles têm de andar como filhos da luz – v. 8 – Antes não apenas andávamos em trevas, mas éramos trevas. Agora não apenas estamos na luz, mas somos luz. Devemos viver de acordo com o que somos. A luz purifica, a luz ilumina, a luz aquece, a luz aponta direção, a luz avisa sobre os perigos, a luz produz vida.
b) Aqueles que são luz no Senhor devem produzir frutos luminosos – v. 9 – toda bondade, justiça e verdade estão em contraste com a vida impura e lasciva daqueles que são trevas e vivem nas trevas.
c) Os filhos da luz precisam condenar as obras infrutíferas das trevas – v. 11 – Precisamos negativamente não ser cúmplices e positivamente reprová-las, ou seja, desmascarando o que elas são, trazendo-as para a luz.
• As obras das trevas são indizivelmente más – v. 12 – A indústria pornográfica, os estúdios de Holywood explodem em sucesso porque promovem o proibido, escancaram o que é sujo e podre.
• O pecado não pode ficar oculto diante da luz – v. 13
• O versículo 14 é uma conclusão natural. A nossa condição anterior em Adão é vividamente descrita em termos de sono, de morte e de trevas, sendo que Cristo nos liberta de tudo isso. A conversão é nada menos do que despertarmo-nos do sono, ressuscitarmos dentre os mortos, e sermos trazidos das trevas para a luz de Cristo.
III. ANDAR EM SABEDORIA – v. 15-17
• Paulo apresenta várias razões para andarmos de forma sábia: 1) A vida é curta – v. 16a; 2) Os dias são maus – v. 16b; 3) Deus nos deu uma mente – v. 17a; 4) Deus tem um plano para as nossas vidas – v. 17b
• Os versos 15-17 definem o andar da sabedoria em dois pontos:
a) Primeiro, as pessoas sábias tiram o maior proveito do seu tempo – O verbo “remir” é comprar de volta. Significa aqui tirar o maior proveito do tempo. “Tempo” refere-se a cada oportunidade que passa. Certamente as pessoas sábias têm consciência que o tempo é um bem precioso. Todos nós temos a mesma quantidade de tempo ao nosso dispor: com 60 minutos por hora e 24 horas por dia. As pessoas sábias empregam o seu tempo de forma proveitosa. Ilustração: 1) Aviso: “PERDIDAS, ontem, nalgum lugar entre o nascer e o pôr do sol, duas horas de ouro, cada uma cravejada com sessenta minutos de diamente. Nenhuma recompensa é oferecida, pois foram-se para sempre!”
2) “RESOLVIDO: nunca perder um só momento de tempo mas, sim, tirar proveito dele da maneira mais proveitosa que eu puder!” Jonathan Edwards.
3) Os gregos representavam a oportunidade como um jovem com asas nos pés e nas costas, com longo cabelo na fronte e calvo atrás.
b) Segundo, as pessoas sábias discernem a vontade de Deus – v. 17 – O próprio Jesus orou: “Não se faça a minha vontade, e, sim, a tua” (Lc 22:42) e nos ensinou a orar: “Faça-se a tua vontade, asssim na terra como no céu” . Nada é mais importante na vida do que descobrir e praticar a vontade de Deus. A coisa mais importante na vida é estar no centro da vontade de Deus. Exemplo: Ashbell Green Simonton.
CONCLUSÃO
• Como você avalia a sua vida à luz do texto de Efésios 5:1-17?
a) Você tem imitado a Deus quanto ao amor sacrificial?
b) Você tem fugido da impureza sexual?
c) Você tem fugido dos pecados da língua?
d) Você tem reprovado o que é errado em sua vida e na vida das outras pessoas?
e) Você tem produzido frutos luminosos?
f) Você tem aproveitado as oportunidades?
g) Você está vivendo no centro da vontade de Deus?
INTRODUÇÃO
• Vivemos dois extremos quando se trata de imitar a Deus: Primeiro, a teologia de que o homem é um semi-Deus. Ele fala e há poder em suas palavras. Ele decreta e as coisas acontecem. Ele ordena o mundo espiritual precisa se colocar em movimento em obediência às suas ordens. Segundo, a teologia de que Deus é um ser um desuso. O mundo secularizado não leva Deus em conta. Explica tudo pela ciência. Não lugar nem espaço para Deus.
• Não podemos imitar a Deus na sua soberania, na sua onipotência, onisciência e onipresença. Não podemos imitar a Deus na criação nem na redenção.
• A imitação a Deus é um ensino claro das Escrituras (Mt 5:43-48; Lc 6:35; 1 Jo 4:10,11). Devemos imitar também a Cristo (Jo 13:34; 15:12; Rm 15:2,3,7; 2 Co 8:7,9; Fp 2:5; Ef 5:25; 1 Jo 3:16).
• Paulo argumenta que os filhos são como seus pais. Os filhos aprendem pela imitação. Deus é amor (1 Jo 4:8), por isso os crentes devem andar em amor. Deus é luz (1 Jo 5:8), portanto os crentes devem andar como filhos da luz. Deus é verdade (1 Jo 5:6), por isso os crentes devem andar em sabedoria.
I. ANDAR EM AMOR – v. 1-2
• O crente é um filho de Deus.
• O crente é um filho amado de Deus.
• O crente é comprado por um alto preço
1. Definição: A mímica era a parte mais importante para um orador : Teoria – mímica – prática. Se você quer ser um grande orador, então imita os grandes oradores do passado. Mas se você quiser ser santo, então, imita a Deus.
2. Limites da imitação – Paulo diz que devemos imitar a Deus no amor. Andar em amor denota uma ação habitual. É fazer do amor a principal regra da nossa vida. Esse amor possui duas características distintas:
O perdão – Deus nos amou e nos perdoou (4:32). Assim, também, devemos amar e perdoar (5:1).
O sacrifício (5:2; 1 Jo 3:16). Este amor não é mero sentimento. Ele tudo dá pelo irmão, sem levar em conta nenhum sacrifício por aquele a quem é dedicado. O sacrifício de Cristo foi agradável a Deus no sentido de que satisfez sua justiça e adquiriu para nós eterna e eficaz redenção.
II. ANDAR COMO FILHOS DA LUZ – v. 3-14
• Paulo passa do auto-sacrifício, para a auto-indulgência. A ordem “andai em amor” é seguida da condenação da perversão do amor.
• Os crentes são santos – v. 3-4
• O crentes são reis – v. 5-6
• Os crentes são luz – v. 7-14
• Paulo ao tratar do assunto santidade, menciona os pecados dos quais é preciso fugir (v. 3-4). Os pecados estão ligados a dois grupos: pecados do sexo ( v. 3) e pecados da língua (v. 4).
• Os pecados do sexo não deviam estar presentes na vida dos crentes. A infidelidade conjugal era espantosamente comum nos dias de Paulo. O homossexualismo vinha sendo por séculos admitido como uma normal maneira de proceder. Dos 15 imperadores romanos, 14 eram homossexuais. Havia o templo de Afrodite em Corinto e o templo de Diana em Éfeso. A imoralidade sexual era uma prática comum nesse tempo.
• Os pecados da língua não deviam também estar presentes. Conversação torpe, palavras vãs ou chocarrices não devem fazer parte do vocabulário dos crentes. Palavras obcenas, piadas imorais, mexericos fúteis
• Porque somos a nova sociedade de Deus, devemos adotar padrões novos, e porque decisivamente nos despojamos da velha vida e nos revestimos da nova vida, devemos usar roupas apropriadas. Agora, Paulo vai acrescentar mais dois incentivos à santidade:
1. A certeza do julgamento – v. 5-7
• Devemos abster-nos da imoralidade, porque nosso corpo foi criado por Deus, é unido a Cristo e a habitado pelo Espírito (1 Co 6:12-20).
• A licenciosidade não convém a santos (Ef 5:3-4).
• Agora Paulo menciona o temor do julgamento. Os imorais podem escapar do julgamento da terra, mas não do juízo de Deus.
a) Não herdarão o Reino de Cristo – v. 5 – O Reino de Cristo é o reino de justiça e será excluída toda injustiça (1 Co 6:9,10; Gl 5:21). Aquele que se entrega ao pecado sexual como uma obcessão idólatra e não se arrepende não pode ser salvo.
b) O engano dos falsos mestres que tentam silenciar a voz de Deus – v. 6 – Muitas pessoas dizem que a Bíblia é reducionista, que o problema não é o pecado, mas a culpa. O mundo acha natural e aplaude o que Deus condena. Mas quem rejeita essas coisas, Jesus não a homens, mas a Deus. Ele contra todas essas coisas é o vingador (1 Ts 4:4-8).
c) A manifestação da ira de Deus sobre os filhos da desobediência – v. 6 – Os filhos da desobediência são aqueles que conhecem a lei de Deus e deliberadamente a desobedecem. Sobre esses vem a ira de Deus agora e na eternidade (Rm 1:24,26,28; Ef 4:17-19).
d) Não sejam participantes com os impuros – v. 7 – Porque o Reino de Deus é justo e a ira de Deus sobrevirá aos injustos, não sejam participantes com eles. Paulo não está proibindo você conviver com essas pessoas, mas ser co-participantes com elas, parceiras de seus pecados. Exemplo: Ló devia sair de Sodoma para não participar da sua condenação.
2.O fruto da luz – v. 8-14
• Três são as responsabilidades decorrentes do conceito de que os crentes são “luz no Senhor”:
a) Eles têm de andar como filhos da luz – v. 8 – Antes não apenas andávamos em trevas, mas éramos trevas. Agora não apenas estamos na luz, mas somos luz. Devemos viver de acordo com o que somos. A luz purifica, a luz ilumina, a luz aquece, a luz aponta direção, a luz avisa sobre os perigos, a luz produz vida.
b) Aqueles que são luz no Senhor devem produzir frutos luminosos – v. 9 – toda bondade, justiça e verdade estão em contraste com a vida impura e lasciva daqueles que são trevas e vivem nas trevas.
c) Os filhos da luz precisam condenar as obras infrutíferas das trevas – v. 11 – Precisamos negativamente não ser cúmplices e positivamente reprová-las, ou seja, desmascarando o que elas são, trazendo-as para a luz.
• As obras das trevas são indizivelmente más – v. 12 – A indústria pornográfica, os estúdios de Holywood explodem em sucesso porque promovem o proibido, escancaram o que é sujo e podre.
• O pecado não pode ficar oculto diante da luz – v. 13
• O versículo 14 é uma conclusão natural. A nossa condição anterior em Adão é vividamente descrita em termos de sono, de morte e de trevas, sendo que Cristo nos liberta de tudo isso. A conversão é nada menos do que despertarmo-nos do sono, ressuscitarmos dentre os mortos, e sermos trazidos das trevas para a luz de Cristo.
III. ANDAR EM SABEDORIA – v. 15-17
• Paulo apresenta várias razões para andarmos de forma sábia: 1) A vida é curta – v. 16a; 2) Os dias são maus – v. 16b; 3) Deus nos deu uma mente – v. 17a; 4) Deus tem um plano para as nossas vidas – v. 17b
• Os versos 15-17 definem o andar da sabedoria em dois pontos:
a) Primeiro, as pessoas sábias tiram o maior proveito do seu tempo – O verbo “remir” é comprar de volta. Significa aqui tirar o maior proveito do tempo. “Tempo” refere-se a cada oportunidade que passa. Certamente as pessoas sábias têm consciência que o tempo é um bem precioso. Todos nós temos a mesma quantidade de tempo ao nosso dispor: com 60 minutos por hora e 24 horas por dia. As pessoas sábias empregam o seu tempo de forma proveitosa. Ilustração: 1) Aviso: “PERDIDAS, ontem, nalgum lugar entre o nascer e o pôr do sol, duas horas de ouro, cada uma cravejada com sessenta minutos de diamente. Nenhuma recompensa é oferecida, pois foram-se para sempre!”
2) “RESOLVIDO: nunca perder um só momento de tempo mas, sim, tirar proveito dele da maneira mais proveitosa que eu puder!” Jonathan Edwards.
3) Os gregos representavam a oportunidade como um jovem com asas nos pés e nas costas, com longo cabelo na fronte e calvo atrás.
b) Segundo, as pessoas sábias discernem a vontade de Deus – v. 17 – O próprio Jesus orou: “Não se faça a minha vontade, e, sim, a tua” (Lc 22:42) e nos ensinou a orar: “Faça-se a tua vontade, asssim na terra como no céu” . Nada é mais importante na vida do que descobrir e praticar a vontade de Deus. A coisa mais importante na vida é estar no centro da vontade de Deus. Exemplo: Ashbell Green Simonton.
CONCLUSÃO
• Como você avalia a sua vida à luz do texto de Efésios 5:1-17?
a) Você tem imitado a Deus quanto ao amor sacrificial?
b) Você tem fugido da impureza sexual?
c) Você tem fugido dos pecados da língua?
d) Você tem reprovado o que é errado em sua vida e na vida das outras pessoas?
e) Você tem produzido frutos luminosos?
f) Você tem aproveitado as oportunidades?
g) Você está vivendo no centro da vontade de Deus?
Um Deus simples para homens complicados
“E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU.” Êxodo 3:14 O ser humano não é o ser mais perfeito da criação de Deus, porém, de fato a bíblia evidencia provas que as pessoas são as criaturas mais amadas.
A cada gesto do altíssimo consigo ver Seus atos de amor:
Perceba como o ser humano é complicado:
“E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses? Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.” Genesis 3:11-12
Uma coisa é certa: Adão era culpado.
Porém veja que Adão em vez de procurar arrepender-se de seu PECADO, suplicar pela benevolência de Deus, ASSUMIR o seu erro. Antes, Adão arruma um culpado: EVA.
Pobre Eva agora era a culpada pelo erro de Adão. Apesar de Eva também ser culpada, não tirava de Adão, a sua própria culpa.
Não bastasse culpar Eva, Adão agora comete mais um pecado, o pior dos pecados, a REBELIÃO ao próprio Deus.
Adão acusa Eva, e posteriormente acusa o próprio Deus pela culpa de seu erro: “que me deste por companheira”. Adão acusa Deus de ter feito algo inapropriado para ele, sendo Deus o grande culpado de seu erro.
Vejamos agora as ações de benevolência de Deus:
E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás? Genesis 3:10
Deus indaga as amadas criaturas sobre sua ausência. Este verso mostra-nos as sinceras saudades de Deus por sua criatura.
Nos versículos decorrentes:
Deus faz a mesma pergunta para Eva (vers. 3), está responde acusando a serpente.
Deus não amaldiçoa o casal rebelde por amá-los, então o Senhor amaldiçoa a terra (vers. 7).
Deus dá nome de honra a suas criaturas (Adão e Eva) (vers. 20).
Deus mostra mais uma vez o seu gesto de cuidado, dá ao homem e a mulher vestes de pele. (vers. 21).
Deus ele sempre mostrou o seu amor, é triste saber que talvez as respostas de Deus em Sua Auto-revelação estão em nossa frente.
Sabe o que é pior:
Mesmo sendo culpados, não arrependemos de nossos pecados.
Não buscamos a benevolência de Deus. Nunca assumimos os nossos erros.
Sempre temos um culpado!
No final acabamos por culpar o próprio Deus.
Somos tão iludidos para satanás, que, em vez de comer de todos os frutos possíveis da vida, escolhemos voluntariamente pelo pecado.
Somos rebeldes e não vemos o amor de Deus e na maioria das vezes a grande realidade é: NÃO QUEREMOS O AMOR DE DEUS.
Oração:
Senhor, neste momento nos colocamos submissos a Ti para que com o Teu poder, nos ressuscites dessa mornidão. Nos conceda a força necessária para retirar a grande pedra do nosso coração, que é a presunção de achar que sem Ti podemos viver. Dê-nos o Teu amor e a Tua paciência para que possamos aceitar a Tua vontade para a nossa vida. Em nome de Jesus, amém
A cada gesto do altíssimo consigo ver Seus atos de amor:
Perceba como o ser humano é complicado:
“E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses? Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.” Genesis 3:11-12
Uma coisa é certa: Adão era culpado.
Porém veja que Adão em vez de procurar arrepender-se de seu PECADO, suplicar pela benevolência de Deus, ASSUMIR o seu erro. Antes, Adão arruma um culpado: EVA.
Pobre Eva agora era a culpada pelo erro de Adão. Apesar de Eva também ser culpada, não tirava de Adão, a sua própria culpa.
Não bastasse culpar Eva, Adão agora comete mais um pecado, o pior dos pecados, a REBELIÃO ao próprio Deus.
Adão acusa Eva, e posteriormente acusa o próprio Deus pela culpa de seu erro: “que me deste por companheira”. Adão acusa Deus de ter feito algo inapropriado para ele, sendo Deus o grande culpado de seu erro.
Vejamos agora as ações de benevolência de Deus:
E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás? Genesis 3:10
Deus indaga as amadas criaturas sobre sua ausência. Este verso mostra-nos as sinceras saudades de Deus por sua criatura.
Nos versículos decorrentes:
Deus faz a mesma pergunta para Eva (vers. 3), está responde acusando a serpente.
Deus não amaldiçoa o casal rebelde por amá-los, então o Senhor amaldiçoa a terra (vers. 7).
Deus dá nome de honra a suas criaturas (Adão e Eva) (vers. 20).
Deus mostra mais uma vez o seu gesto de cuidado, dá ao homem e a mulher vestes de pele. (vers. 21).
Deus ele sempre mostrou o seu amor, é triste saber que talvez as respostas de Deus em Sua Auto-revelação estão em nossa frente.
Sabe o que é pior:
Mesmo sendo culpados, não arrependemos de nossos pecados.
Não buscamos a benevolência de Deus. Nunca assumimos os nossos erros.
Sempre temos um culpado!
No final acabamos por culpar o próprio Deus.
Somos tão iludidos para satanás, que, em vez de comer de todos os frutos possíveis da vida, escolhemos voluntariamente pelo pecado.
Somos rebeldes e não vemos o amor de Deus e na maioria das vezes a grande realidade é: NÃO QUEREMOS O AMOR DE DEUS.
Oração:
Senhor, neste momento nos colocamos submissos a Ti para que com o Teu poder, nos ressuscites dessa mornidão. Nos conceda a força necessária para retirar a grande pedra do nosso coração, que é a presunção de achar que sem Ti podemos viver. Dê-nos o Teu amor e a Tua paciência para que possamos aceitar a Tua vontade para a nossa vida. Em nome de Jesus, amém
Rir ou não rir? Eis a questão!
Na obra “Uma história cultural do humor” (Record, 2000, 300 p.), o historiador francês Jacques Le Goff traz um artigo bem interessante intitulado “O riso na Idade Média”.
Em suas pesquisas deparou-se com idéias que lhe chamaram a atenção, como a obra “Literatura européia e a Idade Média”, de Curtius, a qual fazia referência ao fato de que, sobretudo em círculos eclesiásticos, do começo do cristianismo ao fim da Idade Média, as pessoas perguntavam se Jesus alguma vez rira em sua vida terrena.
Le Goff aponta que ao mesmo tempo, outra idéia circulava por toda a Idade Média, a tese de Aristóteles que diz que o riso é um traço distintivo do homem, o homem cuja característica mais marcante é o riso.
O interessante, que Le Goff aponta, é que em torno do riso, criou-se um caloroso debate, pois se Jesus, o grande modelo para a humanidade não ria sequer uma vez em sua vida humana, então o riso se torna estranho ao homem, pelo menos a um homem cristão. Contudo o historiador não encontrou nenhuma heresia do riso nas visões dos autores eclesiásticos.
Se buscarmos uma visão bíblica, não encontraremos nenhuma referencia direta do tipo “Jesus riu” ou “Jesus sorriu”, como encontramos “Jesus chorou” (Jo 11.35), mas podemos inferir a partir da verificação de sua vida (ele foi 100% homem e 100% Deus) onde chorou, teve fome (Lc 4.2), maravilhou-se (Mt 8.10), enfim, como ser humano tinha as características de homem, partilhava das mesmas sensações corporais, assim é normal que também tenha se alegrado, e também rido.
Outro ponto que nos chama atenção na pesquisa de Le Goff, se refere a existência de tipos de riso, o autor diz;
Parece-me que a distinção básica do Velho Testamento continuou a ter peso por longo período, mas em formas novas e renovadas, a saber, a separação entre dois tipos de riso bem diferentes, para os quais o hebraico possui duas palavras bem distintas. A primeira é Sâkhaq, o “riso feliz, desenfreado”, e a outra é lâag, “riso zombeteiro, maligno”. (p.76).
Segundo Le Goff, a primeira palavra deu nome a Isaac (Isaque) que significa “riso”. Assim vemos que o nome de Isaque, filho de Abraão e Sara, denota riso feliz, mas que na história antes de seu nascimento, vê-se um exemplo do riso zombeteiro. O relato bíblico, em Gênesis 17 e 18, nos mostra que Deus anuncia a Abraão que ele seria pai, aos 100 anos de idade e sara aos 90. Sara que estava atrás da tenda, ouvia essa conversa, e ouvindo que teria um filho na velhice riu da situação (Gn 18. 9-16) e depois quando inquirida de porque riu, negou que houvesse rido, mas logo foi repreendida por mentir.
Uma das referencias bíblicas mais interessantes em relação ao riso feliz, encontra-se no livro dos Salmos, o de número 126. Nele o salmista louva a Deus, pelo livramento do povo que estava cativo, assim
Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham. Então a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua de cânticos. Então se dizia entre as nações: grandes coisas fez o Senhor a estes. Grandes coisas fez o senhor por nós, e, por isso, estamos alegres. Os que semeiam em lágrimas segarão som alegria. (Salmos 126. 1, 2, 3, 5).
Humor e riso é uma questão por demais instigante, como cristãos parece-nos mais útil praticá-lo com decência e certo cuidado, pois as pessoas não são iguais, muitas se irritam facilmente por simples brincadeiras, outras são “bobos da corte em pessoa” tirando “sarro” até de si mesmas sem constrangimento algum.
O certo é que sem humor a vida parece chata, monótona, e uma boa risada ajuda não só a quebrar “climas de gelo”, promovendo entrosamento entre as pessoas, mas também contribui para amenizar os percalços de cada dia.
Em suas pesquisas deparou-se com idéias que lhe chamaram a atenção, como a obra “Literatura européia e a Idade Média”, de Curtius, a qual fazia referência ao fato de que, sobretudo em círculos eclesiásticos, do começo do cristianismo ao fim da Idade Média, as pessoas perguntavam se Jesus alguma vez rira em sua vida terrena.
Le Goff aponta que ao mesmo tempo, outra idéia circulava por toda a Idade Média, a tese de Aristóteles que diz que o riso é um traço distintivo do homem, o homem cuja característica mais marcante é o riso.
O interessante, que Le Goff aponta, é que em torno do riso, criou-se um caloroso debate, pois se Jesus, o grande modelo para a humanidade não ria sequer uma vez em sua vida humana, então o riso se torna estranho ao homem, pelo menos a um homem cristão. Contudo o historiador não encontrou nenhuma heresia do riso nas visões dos autores eclesiásticos.
Se buscarmos uma visão bíblica, não encontraremos nenhuma referencia direta do tipo “Jesus riu” ou “Jesus sorriu”, como encontramos “Jesus chorou” (Jo 11.35), mas podemos inferir a partir da verificação de sua vida (ele foi 100% homem e 100% Deus) onde chorou, teve fome (Lc 4.2), maravilhou-se (Mt 8.10), enfim, como ser humano tinha as características de homem, partilhava das mesmas sensações corporais, assim é normal que também tenha se alegrado, e também rido.
Outro ponto que nos chama atenção na pesquisa de Le Goff, se refere a existência de tipos de riso, o autor diz;
Parece-me que a distinção básica do Velho Testamento continuou a ter peso por longo período, mas em formas novas e renovadas, a saber, a separação entre dois tipos de riso bem diferentes, para os quais o hebraico possui duas palavras bem distintas. A primeira é Sâkhaq, o “riso feliz, desenfreado”, e a outra é lâag, “riso zombeteiro, maligno”. (p.76).
Segundo Le Goff, a primeira palavra deu nome a Isaac (Isaque) que significa “riso”. Assim vemos que o nome de Isaque, filho de Abraão e Sara, denota riso feliz, mas que na história antes de seu nascimento, vê-se um exemplo do riso zombeteiro. O relato bíblico, em Gênesis 17 e 18, nos mostra que Deus anuncia a Abraão que ele seria pai, aos 100 anos de idade e sara aos 90. Sara que estava atrás da tenda, ouvia essa conversa, e ouvindo que teria um filho na velhice riu da situação (Gn 18. 9-16) e depois quando inquirida de porque riu, negou que houvesse rido, mas logo foi repreendida por mentir.
Uma das referencias bíblicas mais interessantes em relação ao riso feliz, encontra-se no livro dos Salmos, o de número 126. Nele o salmista louva a Deus, pelo livramento do povo que estava cativo, assim
Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham. Então a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua de cânticos. Então se dizia entre as nações: grandes coisas fez o Senhor a estes. Grandes coisas fez o senhor por nós, e, por isso, estamos alegres. Os que semeiam em lágrimas segarão som alegria. (Salmos 126. 1, 2, 3, 5).
Humor e riso é uma questão por demais instigante, como cristãos parece-nos mais útil praticá-lo com decência e certo cuidado, pois as pessoas não são iguais, muitas se irritam facilmente por simples brincadeiras, outras são “bobos da corte em pessoa” tirando “sarro” até de si mesmas sem constrangimento algum.
O certo é que sem humor a vida parece chata, monótona, e uma boa risada ajuda não só a quebrar “climas de gelo”, promovendo entrosamento entre as pessoas, mas também contribui para amenizar os percalços de cada dia.
Crente convertido X Crente convencido
Ja vi vários posts, vários artigos, várias matérias, sobre esse tema. Mas meu propósito com este artigo, é outro. Não é levar conteúdo, e não explicar como muitos fazem. É dizer a você a diferença, é mostrar pra vocês, como reconhecer os dois teores de cristãos. Uma coisa posso lhe afirmar : CRENTE ATÉ O DIABO É; afinal ele crê em Deus não é verdade?
Bom, para começar, vou lhe falar de algo que pode ser notado facilmente no crente convertido. Este exemplo de cristão, sempre procura buscar Deus, em todos os momentos, sem escolher hora ou local. Somos adoradores de Deus, onde estivermos, e este tipo de crente, não se importa de maneira alguma com o que vão dizer dele. Já o oposto, o tal do convencido, se preocupa com o que as pessoas vão dizer. Quando está cantando uma música evangélica, e passa um amigo seu, antigo, do mundão, parece algo incrível, é instantâneo, a música automaticamente para de ser entoada. O medo, é que tirem sarro dele.
Outro fato, que nos mostra a diferença, é a sua postura diante da igreja e de amigos. O crente convertido, vai pra igreja, para adorar a Deus, fecha seus olhos, louva, ouve a palavra, pula, ou até adora a Deus em silêncio. Já o nosso amigo cristão convencido, é bem diferente. Esse vai pra igreja, para olhar “as mina” ou no caso das meninas, para olhar “os mano”. Que adorar que nada, para esse tipo de crente o importante e “se dar bem na fita”. Ele diz que é sapatinho de fogo, que a profecia é ser pastor, mais vai olhar o orkut dele, é foto de sunga, com óleo no corpo e pose sensual. Se vê uma varoa bonita na igreja, é ele que vai até ela de primeira pra orar, quer falar em línguas mostrar que é abençoado.
Sabe o que me deixa mais espantado, é que ambos sabem que Deus está de olhos. Ambos sabem que Deus sonda e conhece seu coração. Mais por que o crente convencido continua a ser “convencido”?
A resposta é simples, ele está PENSANDO que pode. Que pode fazer, aquilo, aquilo outro, e afins. Ora, o que falta para que ele embarque na onda de Jesus Cristo, e entre na conversão? Essa também é simples, alguém chegar para ele e contá-lo que buscar a Deus, é de forma unica para cada indivíduo, mostrar que se ele não está sentindo verdadeiramente a palavra de Deus, então de nada está adiantando sua adoração. A adoração sem excelência é vazia, é oca, não tem valor. A adoração tem que ser VERDADEIRA.
Bom, para começar, vou lhe falar de algo que pode ser notado facilmente no crente convertido. Este exemplo de cristão, sempre procura buscar Deus, em todos os momentos, sem escolher hora ou local. Somos adoradores de Deus, onde estivermos, e este tipo de crente, não se importa de maneira alguma com o que vão dizer dele. Já o oposto, o tal do convencido, se preocupa com o que as pessoas vão dizer. Quando está cantando uma música evangélica, e passa um amigo seu, antigo, do mundão, parece algo incrível, é instantâneo, a música automaticamente para de ser entoada. O medo, é que tirem sarro dele.
Outro fato, que nos mostra a diferença, é a sua postura diante da igreja e de amigos. O crente convertido, vai pra igreja, para adorar a Deus, fecha seus olhos, louva, ouve a palavra, pula, ou até adora a Deus em silêncio. Já o nosso amigo cristão convencido, é bem diferente. Esse vai pra igreja, para olhar “as mina” ou no caso das meninas, para olhar “os mano”. Que adorar que nada, para esse tipo de crente o importante e “se dar bem na fita”. Ele diz que é sapatinho de fogo, que a profecia é ser pastor, mais vai olhar o orkut dele, é foto de sunga, com óleo no corpo e pose sensual. Se vê uma varoa bonita na igreja, é ele que vai até ela de primeira pra orar, quer falar em línguas mostrar que é abençoado.
Sabe o que me deixa mais espantado, é que ambos sabem que Deus está de olhos. Ambos sabem que Deus sonda e conhece seu coração. Mais por que o crente convencido continua a ser “convencido”?
A resposta é simples, ele está PENSANDO que pode. Que pode fazer, aquilo, aquilo outro, e afins. Ora, o que falta para que ele embarque na onda de Jesus Cristo, e entre na conversão? Essa também é simples, alguém chegar para ele e contá-lo que buscar a Deus, é de forma unica para cada indivíduo, mostrar que se ele não está sentindo verdadeiramente a palavra de Deus, então de nada está adiantando sua adoração. A adoração sem excelência é vazia, é oca, não tem valor. A adoração tem que ser VERDADEIRA.
Crente convertido X Crente convencido
Ja vi vários posts, vários artigos, várias matérias, sobre esse tema. Mas meu propósito com este artigo, é outro. Não é levar conteúdo, e não explicar como muitos fazem. É dizer a você a diferença, é mostrar pra vocês, como reconhecer os dois teores de cristãos. Uma coisa posso lhe afirmar : CRENTE ATÉ O DIABO É; afinal ele crê em Deus não é verdade?
Bom, para começar, vou lhe falar de algo que pode ser notado facilmente no crente convertido. Este exemplo de cristão, sempre procura buscar Deus, em todos os momentos, sem escolher hora ou local. Somos adoradores de Deus, onde estivermos, e este tipo de crente, não se importa de maneira alguma com o que vão dizer dele. Já o oposto, o tal do convencido, se preocupa com o que as pessoas vão dizer. Quando está cantando uma música evangélica, e passa um amigo seu, antigo, do mundão, parece algo incrível, é instantâneo, a música automaticamente para de ser entoada. O medo, é que tirem sarro dele.
Outro fato, que nos mostra a diferença, é a sua postura diante da igreja e de amigos. O crente convertido, vai pra igreja, para adorar a Deus, fecha seus olhos, louva, ouve a palavra, pula, ou até adora a Deus em silêncio. Já o nosso amigo cristão convencido, é bem diferente. Esse vai pra igreja, para olhar “as mina” ou no caso das meninas, para olhar “os mano”. Que adorar que nada, para esse tipo de crente o importante e “se dar bem na fita”. Ele diz que é sapatinho de fogo, que a profecia é ser pastor, mais vai olhar o orkut dele, é foto de sunga, com óleo no corpo e pose sensual. Se vê uma varoa bonita na igreja, é ele que vai até ela de primeira pra orar, quer falar em línguas mostrar que é abençoado.
Sabe o que me deixa mais espantado, é que ambos sabem que Deus está de olhos. Ambos sabem que Deus sonda e conhece seu coração. Mais por que o crente convencido continua a ser “convencido”?
A resposta é simples, ele está PENSANDO que pode. Que pode fazer, aquilo, aquilo outro, e afins. Ora, o que falta para que ele embarque na onda de Jesus Cristo, e entre na conversão? Essa também é simples, alguém chegar para ele e contá-lo que buscar a Deus, é de forma unica para cada indivíduo, mostrar que se ele não está sentindo verdadeiramente a palavra de Deus, então de nada está adiantando sua adoração. A adoração sem excelência é vazia, é oca, não tem valor. A adoração tem que ser VERDADEIRA.
Bom, para começar, vou lhe falar de algo que pode ser notado facilmente no crente convertido. Este exemplo de cristão, sempre procura buscar Deus, em todos os momentos, sem escolher hora ou local. Somos adoradores de Deus, onde estivermos, e este tipo de crente, não se importa de maneira alguma com o que vão dizer dele. Já o oposto, o tal do convencido, se preocupa com o que as pessoas vão dizer. Quando está cantando uma música evangélica, e passa um amigo seu, antigo, do mundão, parece algo incrível, é instantâneo, a música automaticamente para de ser entoada. O medo, é que tirem sarro dele.
Outro fato, que nos mostra a diferença, é a sua postura diante da igreja e de amigos. O crente convertido, vai pra igreja, para adorar a Deus, fecha seus olhos, louva, ouve a palavra, pula, ou até adora a Deus em silêncio. Já o nosso amigo cristão convencido, é bem diferente. Esse vai pra igreja, para olhar “as mina” ou no caso das meninas, para olhar “os mano”. Que adorar que nada, para esse tipo de crente o importante e “se dar bem na fita”. Ele diz que é sapatinho de fogo, que a profecia é ser pastor, mais vai olhar o orkut dele, é foto de sunga, com óleo no corpo e pose sensual. Se vê uma varoa bonita na igreja, é ele que vai até ela de primeira pra orar, quer falar em línguas mostrar que é abençoado.
Sabe o que me deixa mais espantado, é que ambos sabem que Deus está de olhos. Ambos sabem que Deus sonda e conhece seu coração. Mais por que o crente convencido continua a ser “convencido”?
A resposta é simples, ele está PENSANDO que pode. Que pode fazer, aquilo, aquilo outro, e afins. Ora, o que falta para que ele embarque na onda de Jesus Cristo, e entre na conversão? Essa também é simples, alguém chegar para ele e contá-lo que buscar a Deus, é de forma unica para cada indivíduo, mostrar que se ele não está sentindo verdadeiramente a palavra de Deus, então de nada está adiantando sua adoração. A adoração sem excelência é vazia, é oca, não tem valor. A adoração tem que ser VERDADEIRA.
Batismo no Espírito Santo está fora de moda?
Assunto fora de moda. Será mesmo? Sim. Pelo menos é a realidade atual dos nossos púlpitos. Há uns quinze anos, os novos convertidos, eram orientados a buscar batismo no Espírito Santo. Nossos pastores ‘criam’ que assim a pessoa se fortalecia na fé e jamais abandonaria a fé frente as adversidade. E é a mais pura verdade! (Cf. At 1,8; 2,38). É Jesus quem batiza no Espírito Santo (Cf Mt 3,11; Lc 24,49).
O grande problema é que a Igreja está exageradamente contextualiza a ponto de perder a identidade, no tocante as boas praticas dos antigos cristão. Está todo mundo preocupado com promessa, mas não com a plenitude espiritual. Jesus ainda batiza no Espírito Santo e a pessoa não carece necessariamente de busca constante, campanhas, orações longas, etc. Na Igreja primitiva as pessoas recebiam enquanto a Palavra era pregada – afinal a Palavra pregada na Igreja é Deus se revelando ao crente – e por imposição de mãos (Cf. At 8,17; 10,44; 19,6).
Nos ‘especialmente’ da Assembléia de Deus e demais irmãos pentecostais, cremos na evidencia do batismo no Espírito Santo através da manifestação das línguas (Cf. At 2,3), mas devemos deixar claro que não há nenhuma referencia bíblica dizendo que o Espírito Santo fala ‘línguas’ – e, por favor, é uma aberração afirmar também que as línguas que falamos é a língua dos anjos. Parar com essa mania de querer explicar tudo. O nosso Deus não é de reposta, mas de perguntas, pois são as questões que move o homem.
Verdadeiramente não podemos comprovar biblicamente que o Espírito Santo ‘fala línguas em nossa boca’, mas é Ele quem ‘inspira’ na Igreja toda a obra que glorifica o nome de Jesus (Cf. Lc 12,12; Jo 14,26; 1Co 12,13; 1Jo 12,27; Rm 8,16). O Espírito de Deus comunica com nosso espírito. O Espírito Santo é todo ‘recurso’ para o crente (Cf. Zc 4,6; Mt 12,28; Jo 15,26).
Portanto, amado(a) irmão(ã), não perca tempo com questões tolas: será que é de mim mesmo? Será que estou preparado? Racionalmente ou espiritualmente, nada justifica o crente não receber o Espírito Santo. O Espírito Santo é dado à Igreja (Cf. 1Co 3,16). E como Igreja você tem a alegria e liberdade para receber este dom. não perca mais tempo, pense: O que Jesus ganha em te privar do batismo no Espírito Santo? Quando somos imersos nEle, recebemos autoridade, inclusive para vencer o pecado (Cf 1Jo 2,27; At 10,38). Nele somos fortalecidos e alicerçados para a vitória. Receba batismo no Espírito Santo em nome de Jesus! Aleluia.
Seja abençoado em nome de Jesus. Amém.
O grande problema é que a Igreja está exageradamente contextualiza a ponto de perder a identidade, no tocante as boas praticas dos antigos cristão. Está todo mundo preocupado com promessa, mas não com a plenitude espiritual. Jesus ainda batiza no Espírito Santo e a pessoa não carece necessariamente de busca constante, campanhas, orações longas, etc. Na Igreja primitiva as pessoas recebiam enquanto a Palavra era pregada – afinal a Palavra pregada na Igreja é Deus se revelando ao crente – e por imposição de mãos (Cf. At 8,17; 10,44; 19,6).
Nos ‘especialmente’ da Assembléia de Deus e demais irmãos pentecostais, cremos na evidencia do batismo no Espírito Santo através da manifestação das línguas (Cf. At 2,3), mas devemos deixar claro que não há nenhuma referencia bíblica dizendo que o Espírito Santo fala ‘línguas’ – e, por favor, é uma aberração afirmar também que as línguas que falamos é a língua dos anjos. Parar com essa mania de querer explicar tudo. O nosso Deus não é de reposta, mas de perguntas, pois são as questões que move o homem.
Verdadeiramente não podemos comprovar biblicamente que o Espírito Santo ‘fala línguas em nossa boca’, mas é Ele quem ‘inspira’ na Igreja toda a obra que glorifica o nome de Jesus (Cf. Lc 12,12; Jo 14,26; 1Co 12,13; 1Jo 12,27; Rm 8,16). O Espírito de Deus comunica com nosso espírito. O Espírito Santo é todo ‘recurso’ para o crente (Cf. Zc 4,6; Mt 12,28; Jo 15,26).
Portanto, amado(a) irmão(ã), não perca tempo com questões tolas: será que é de mim mesmo? Será que estou preparado? Racionalmente ou espiritualmente, nada justifica o crente não receber o Espírito Santo. O Espírito Santo é dado à Igreja (Cf. 1Co 3,16). E como Igreja você tem a alegria e liberdade para receber este dom. não perca mais tempo, pense: O que Jesus ganha em te privar do batismo no Espírito Santo? Quando somos imersos nEle, recebemos autoridade, inclusive para vencer o pecado (Cf 1Jo 2,27; At 10,38). Nele somos fortalecidos e alicerçados para a vitória. Receba batismo no Espírito Santo em nome de Jesus! Aleluia.
Seja abençoado em nome de Jesus. Amém.
Porque um Carneiro em vez de um Cordeiro?
A figura de um cordeiro na Bíblia é diretamente relacionada a Jesus como sendo O Cordeiro de Deus. E qual...
A figura de um cordeiro na Bíblia é diretamente relacionada a Jesus como sendo O Cordeiro de Deus. E qual a diferença de um CORDEIRO com um CARNEIRO já que geneticamente são o mesmo animal? A diferença pode muito bem ser entendida pelo fato de um cordeiro ser ainda um animalzinho novo de até quatorze meses, não ter ainda contato sexual com a fêmea e isso lhe dá a conotação de ser puro. Já o Carneiro está acima de um ano e meio e pode ser um animal reprodutor no rebanho.O texto de hoje se encontra em Gênesis cap 22, vers 7 e 13.
7.Então falou Isaque a Abraão seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?
13. Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele, travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho.
É impressionante como a palavra de Deus é perfeita e nunca se contradiz, tanto em suas narrações figurativas (chamadas de hipérboles), como em seus ensinos que nos arremetem a uma busca de interpretação que muitas vezes não estão bem claros no texto em que estamos lendo.
Mas com a ajuda do Espirito Santo, percebemos que a aplicação de determinados versículos dizem respeito de algo que Deus queria revelar a humanidade em uma época futura.
O texto de hoje é um bom exemplo disso, vejamos;
Ao lermos os versiculos acima, vemos que Isaque notou a ausência de um CORDEIRO na hora de oferecer sacrifício a Deus, e questionou seu pai onde estava o animal que sempre usavam nesse ritual de adoração ao Senhor, já no versículo a seguir, a bíblia menciona outra forma de nominar a espécie, o tratando como CARNEIRO.
A história todos conhecem muito bem, um dia Deus determina Abraão para que lhe devolva em sacrificio de morte o filho que o havia dado.
A promessa havia sido cumprida por Deus com o nascimento de Isaque, mas agora por vontade soberana do Criador a ordem era expressa;
- Abraão, suba ao monte Moriá, faça um altar e sobre ele coloque o menino e o mate!
Se você voltar para a narrativa bíblica irá perceber que aquela subida do menino e do velho patriarca para oferecer sacrifício no cume do monte era uma coisa habitual para os dois, certamente foram muitas as vezes que Abraão ordenou Isaque para que separasse uma boa quantidade de lenha e buscasse no pasto um pequeno cordeiro, que fosse inteiro, sem defeito e se preparasse para a longa subida. Penso que naquele dia não foi diferente, quer dizer, na verdade teve uma diferença sim, o velho se dirigiu ao rapaz e lhe deu uma ordem pela metade, e lhe disse;
Isaque meu filho! separe uma boa lenha, e vamos ao Moriá, hoje é dia de sacrifício!
O moço atentamente obedeceu a ordem do pai, e como de costume colocou um fardo pesado de lenha nos ombros e iniciou a longa caminhada. Levava o que seria parte de um costumeiro ritual de sacrificio, o que ele não sabia, é que o destino daquela lenha era para consumir em fogo o seu próprio corpo.
Altar arrumado, fogo aceso, o silêncio do jovem assustava ainda mais o velho Abraão, enquanto o silêncio de Abraão era também assutador para o Isaque, algo acontecia ali naquele lugar que ninguém sabia explicar, nem o velho que com o coração despedaçado se preparava para o ato mais terrivel de sua vida, nem o moço que numa obediência incomprenssivel, passivamente se deitava sobre as pedras revendo um gesto que em outras ocasiões era dele a tarefa de arrumar o cordeiro no mesmo lugar em que agora se deitava. Foi então que lhe saiu da boca uma última pergunta, quem sabe na esperança de uma explicação que justificasse aquele dramático momento;
-Pai, vejo aqui o fogo, vejo a lenha, mas cadê o Cordeiro? Abraão profere a frase que responde tanto ao jovem como também a intrigante pergunta que deu titulo ao texto de hoje, – O Cordeiro meu filho?(…) Deus proverá!
Vejo aqui nessa frase de Abraão que Deus estava nos dizendo que o Cordeiro para o sacrificio era Jesus na cruz do calvário, era esse o cordeiro que Deus sinalisava para a humanidade, que seria provido por Ele em um momento oportuno na cruz, e assim sendo, o cordeiro que desceria do céu, pagaria com um sacrifício final o preço da redenção humana numa morte de cruz.
Não teria como haver um outro cordeiro para essa tarefa, Jesus era e sempre será o cordeiro de Deus, e isso estava também simbolizado naquele momento de fé do servo Abraão, que ao olhar para o lado, viu amarrado pelos chifres um Carneiro para substituir seu filho Isaque no holocausto.
Esse é o motivo que não poderia ter aparecido a figura de um Cordeiro naquele cenário, Isaque até perguntou onde estava o animal que sempre haviam usado para o ritual daquela adoração, mas curiosamente Deus lhes enviou um Carneiro para o sacrificio.
Mas no dia da cruz não houve substituição, e o filho teve que ser sacrificado como um cordeiro mudo que vai ao matadouro , Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo(…) Isso nos deu garantia de salvação, Aleluia! Dessa vez, não faltou o Cordeiro na hora do sacrificio!
Em Cristo;
Lei Superior – Ilustração
A Lei Superior – Ilustração Uma lei estabelece um padrão. Ou ela manda como as coisas devem acontecer, ou como elas de fato acontecem. A lei da gravidade diz que uma laje deve ficar aonde estiver posta. Assim a calçada está sempre no mesmo lugar. Mas, todos nós já vimos lajes pesadas de concreto que foram levantadas e quebradas porque uma pequena semente caiu no chão, cresceu e uma árvore levantou suas raízes e quebrou o cimento.
É assim que uma lei se mostra superior a outra. Paulo falou que a lei do Espírito da vida nos livrou da lei do pecado e da morte (Rom 8:2). Graças a Jesus, a lei da graça é superior à lei da condenação. A segunda lei (de crescimento de sementes) não anula a primeira (de gravidade). Mas, a segunda supera o poder da primeira como a Lei do Espírito supera a lei do pecado.
Uma lei estabelece um padrão. Ou ela manda como as coisas devem acontecer, ou como elas de fato acontecem. A...
A Lei Superior – Ilustração É assim que uma lei se mostra superior a outra. Paulo falou que a lei do Espírito da vida nos livrou da lei do pecado e da morte (Rom 8:2). Graças a Jesus, a lei da graça é superior à lei da condenação. A segunda lei (de crescimento de sementes) não anula a primeira (de gravidade). Mas, a segunda supera o poder da primeira como a Lei do Espírito supera a lei do pecado.
EMBRIAGAI-VOS DO ESPÍRITO
Efésios 5.18-21
Tema Específico: A plenitude do Espírito Santo
A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO É
UMA POSSIBILIDADE REAL NA VIDA DO CRENTE.
Mas, como pode o crente encher-se do Espírito Santo? Se cultivar o estilo de vida implícito nas prescrições deste texto:
3. UMA VIDA DE MÚTUA SUJEIÇÃO - vs 21
Sujeitando-nos uns aos outros, no temor de Cristo.
O maior sujeitando-se ao menor.
O menor sujeitando-se ao maior.
Quem manda, também deve obedecer.
Quem comanda, também deve ser comandando.
Ninguém com poderes absolutos.
Ninguém sem voz ou sem direito à palavra, à opinião.
CONCLUSÃO
O enchimento do Espírito é uma possibilidade real e vai acontecer na vida do crente que cultiva um estilo de vida marcado pela ADORAÇÃO, GRATIDÃO e SUJEIÇÃO.
Tema Específico: A plenitude do Espírito Santo
A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO É
UMA POSSIBILIDADE REAL NA VIDA DO CRENTE.
Mas, como pode o crente encher-se do Espírito Santo? Se cultivar o estilo de vida implícito nas prescrições deste texto:
1. UMA VIDA DE ADORAÇÃO - vs 19
a) Falando entre vós em salmos, hinos e cânticos espirituais.
b) Cantando e salmodiando ao Senhor no coração.
2. UMA VIDA DE GRATIDÃO - vs 20
Dando graças a Deus por tudo que lhe acontece, sejam coisas boas ou ruins. Mas, não da boca pra fora, e, sim, de coração.
a) Falando entre vós em salmos, hinos e cânticos espirituais.
b) Cantando e salmodiando ao Senhor no coração.
2. UMA VIDA DE GRATIDÃO - vs 20
Dando graças a Deus por tudo que lhe acontece, sejam coisas boas ou ruins. Mas, não da boca pra fora, e, sim, de coração.
Aceitando Romanos 8.28: "E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito".
Aceitando que todas as coisas (as boas e as ruins) contribuem JUNTAMENTE, isto é, são inseparáveis para o bem daqueles que amam a Deus.
3. UMA VIDA DE MÚTUA SUJEIÇÃO - vs 21
Sujeitando-nos uns aos outros, no temor de Cristo.
O maior sujeitando-se ao menor.
O menor sujeitando-se ao maior.
Quem manda, também deve obedecer.
Quem comanda, também deve ser comandando.
Ninguém com poderes absolutos.
Ninguém sem voz ou sem direito à palavra, à opinião.
CONCLUSÃO
O enchimento do Espírito é uma possibilidade real e vai acontecer na vida do crente que cultiva um estilo de vida marcado pela ADORAÇÃO, GRATIDÃO e SUJEIÇÃO.
ADORAR A DEUS EM TODA SUA SANTIDADE
Marcos 1.40-45
Tema Específico: Os Verdadeiros Adoradores.
O VERDADEIRO ADORADOR NUNCA SAI DA PRESENÇA DE JESUS DO JEITO QUE CHEGOU.
Como é um verdadeiro adorador? Qual é a sua identidade, quais são as suas MARCAS?
2. O VERDADEIRO ADORADOR É HUMILDE
Ele não chegou exigindo nada. Colocou-se na absoluta dependência da vontade de Jesus:
"Se quiseres, bem podes tornar-me limpo!"
3. O VERDADEIRO ADORADOR TOCA O CORAÇÃO DE DEUS
"Jesus, pois, compadecido dele, estendendo a mão, tocou-o e disse-lhe: Quero; sê limpo".
Conclusão:
Com sua fé, humildade e atitudes, este leproso saiu curado da presença de Jesus, pois, os verdadeiros adoradores nunca saem da presença de Jesus do jeito que chegaram. E jamais deixam de testemunhar suas maravilhas.
Tema Específico: Os Verdadeiros Adoradores.
O VERDADEIRO ADORADOR NUNCA SAI DA PRESENÇA DE JESUS DO JEITO QUE CHEGOU.
Como é um verdadeiro adorador? Qual é a sua identidade, quais são as suas MARCAS?
1. O VERDADEIRO ADORADOR CRÊ EM JESUS DE TODO O SEU CORAÇÃO
Note que ele não perguntou se Jesus podia curá-lo.
Isso já estava resolvido em seu coração.
Ele sabia que Jesus podia curá-lo (ele só não sabia se Jesus queria curá-lo).
Note que ele não perguntou se Jesus podia curá-lo.
Isso já estava resolvido em seu coração.
Ele sabia que Jesus podia curá-lo (ele só não sabia se Jesus queria curá-lo).
2. O VERDADEIRO ADORADOR É HUMILDE
Ele não chegou exigindo nada. Colocou-se na absoluta dependência da vontade de Jesus:
"Se quiseres, bem podes tornar-me limpo!"
3. O VERDADEIRO ADORADOR TOCA O CORAÇÃO DE DEUS
"Jesus, pois, compadecido dele, estendendo a mão, tocou-o e disse-lhe: Quero; sê limpo".
Muitas pessoas vão à igreja, mas, não cantam, não louvam, não adoram, não cultuam e, no fim, vão lá na frente pedir uma oração. Não é bem oração que eles estão buscando, estão atrás de uma espécie de "passe evangélico" que os ajude a ir para casa com a consciência menos pesada.
Antes de ser tocado por Deus, o verdadeiro adorador toca o coração de Deus, com sua vida, com suas atitudes, com sua humildade.
Ele não tenta comprar, enganar ou manipular Deus. Antes, aje como um filho amado que se coloca na presença do Pai, relata suas misérias e humildemente espera suas bençãos.
4. O VERDADEIRO ADORADOR NÃO CONSEGUE FICAR CALADO
Mesmo Jesus tendo-lhe instruido a não falar nada do milagre (pois, naquele momento do seu ministério, Jesus não queria este tipo de divulgação), ele não conseguiu se segurar.
Mesmo Jesus tendo-lhe instruido a não falar nada do milagre (pois, naquele momento do seu ministério, Jesus não queria este tipo de divulgação), ele não conseguiu se segurar.
É a reação que costumamos verificar nos novos convertidos, que não conseguem deixar de falar.
Jesus o mandou calar; mas, ele falou.
Hoje, Jesus nos manda falar; mas, muitos de nós nos calamos.
Hoje, Jesus nos manda falar; mas, muitos de nós nos calamos.
Ele não conseguia calar. Muitos não conseguem falar.
Conclusão:
Com sua fé, humildade e atitudes, este leproso saiu curado da presença de Jesus, pois, os verdadeiros adoradores nunca saem da presença de Jesus do jeito que chegaram. E jamais deixam de testemunhar suas maravilhas.
LISTA DO NUNCA MAIS
Devemos ter muito cuidado com o que 'profetizamos' sobre nós mesmos, pois "do fruto da boca, o coração se farta; A morte e a vida estão no poder da língua, o que bem a utiliza come do seu fruto" (Pv 18:20,21). "O que guarda a sua boca e a sua língua, guarda a sua alma das angústias" (Pv 21:23). Assim, pois:
1- Nunca mais direi eu não posso, pois
" Tudo posso naquele que me fortalece" (Fl 4:13).
2- Nunca mais direi que não tenho, pois
" o meu Deus, há de prover magnificamente a todas as minhas necessidades, segundo a Sua glória, em Cristo Jesus". ( Fl 4:19).
3- Nunca mais direi que tenho medo, pois
" Deus não deu espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e de sabedoria" (II Tm 1-7).
4- Nunca mais direi que tenho dúvida ou falta de fé, pois
" eu tenho o grau de fé que Deus distribuiu" (Rm 12:3).
5- Nunca mais direi que sou fraco e desprotegido, porque
" o Senhor é o protetor de minha vida" (Sl 26:1) e "aquele que conhece a seu Deus, manter-se-á firme e resistirá" (Dn 11:32).
6- Nunca mais direi que satanás tem supremacia em minha vida, porque
" o que está em mim é maior do que aquele que está no mundo" (I Jo 4:4).
7- Nunca mais direi que estou derrotado, pois
" Deus nos concede sempre triunfar em Cristo" (II Co 2:14).
8- Nunca mais direi que não tenho sabedoria, pois
" Jesus Cristo, da parte de Deus, se tornou para mim sabedoria, justiça, santificação e redenção" (I Co 1:30).
9- Nunca mais direi que estou doente, pois
" fui curado graças às suas chagas" (Is 53:5), e "Jesus tomou as nossas enfermidades e sobrecarregou-se dos nosso males" (Mt 8:17).
10- Nunca mais direi que estou preocupado pois
" confio a Ele todas as minhas preocupações, porque Ele cuida de mim" (I Pd 5:7). Em Cristo estou livre de cuidados.
11- Nunca mais direi que estou preso, pois
" onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade" (II Co 3:17). Meu corpo é templo do Espírito Santo.
12- Nunca mais direi que estou condenado, pois
" já não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Jesus Cristo"(Rm 8:1).
FAÇA A SUA LISTA PESSOAL DO NUNCA MAIS
E EMPENHE-SE EM DEUS PARA VENCER!
1- Nunca mais direi eu não posso, pois
" Tudo posso naquele que me fortalece" (Fl 4:13).
2- Nunca mais direi que não tenho, pois
" o meu Deus, há de prover magnificamente a todas as minhas necessidades, segundo a Sua glória, em Cristo Jesus". ( Fl 4:19).
3- Nunca mais direi que tenho medo, pois
" Deus não deu espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e de sabedoria" (II Tm 1-7).
4- Nunca mais direi que tenho dúvida ou falta de fé, pois
" eu tenho o grau de fé que Deus distribuiu" (Rm 12:3).
5- Nunca mais direi que sou fraco e desprotegido, porque
" o Senhor é o protetor de minha vida" (Sl 26:1) e "aquele que conhece a seu Deus, manter-se-á firme e resistirá" (Dn 11:32).
6- Nunca mais direi que satanás tem supremacia em minha vida, porque
" o que está em mim é maior do que aquele que está no mundo" (I Jo 4:4).
7- Nunca mais direi que estou derrotado, pois
" Deus nos concede sempre triunfar em Cristo" (II Co 2:14).
8- Nunca mais direi que não tenho sabedoria, pois
" Jesus Cristo, da parte de Deus, se tornou para mim sabedoria, justiça, santificação e redenção" (I Co 1:30).
9- Nunca mais direi que estou doente, pois
" fui curado graças às suas chagas" (Is 53:5), e "Jesus tomou as nossas enfermidades e sobrecarregou-se dos nosso males" (Mt 8:17).
10- Nunca mais direi que estou preocupado pois
" confio a Ele todas as minhas preocupações, porque Ele cuida de mim" (I Pd 5:7). Em Cristo estou livre de cuidados.
11- Nunca mais direi que estou preso, pois
" onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade" (II Co 3:17). Meu corpo é templo do Espírito Santo.
12- Nunca mais direi que estou condenado, pois
" já não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Jesus Cristo"(Rm 8:1).
FAÇA A SUA LISTA PESSOAL DO NUNCA MAIS
E EMPENHE-SE EM DEUS PARA VENCER!
LISTA DO NUNCA MAIS
Devemos ter muito cuidado com o que 'profetizamos' sobre nós mesmos, pois "do fruto da boca, o coração se farta; A morte e a vida estão no poder da língua, o que bem a utiliza come do seu fruto" (Pv 18:20,21). "O que guarda a sua boca e a sua língua, guarda a sua alma das angústias" (Pv 21:23). Assim, pois:
1- Nunca mais direi eu não posso, pois
" Tudo posso naquele que me fortalece" (Fl 4:13).
2- Nunca mais direi que não tenho, pois
" o meu Deus, há de prover magnificamente a todas as minhas necessidades, segundo a Sua glória, em Cristo Jesus". ( Fl 4:19).
3- Nunca mais direi que tenho medo, pois
" Deus não deu espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e de sabedoria" (II Tm 1-7).
4- Nunca mais direi que tenho dúvida ou falta de fé, pois
" eu tenho o grau de fé que Deus distribuiu" (Rm 12:3).
5- Nunca mais direi que sou fraco e desprotegido, porque
" o Senhor é o protetor de minha vida" (Sl 26:1) e "aquele que conhece a seu Deus, manter-se-á firme e resistirá" (Dn 11:32).
6- Nunca mais direi que satanás tem supremacia em minha vida, porque
" o que está em mim é maior do que aquele que está no mundo" (I Jo 4:4).
7- Nunca mais direi que estou derrotado, pois
" Deus nos concede sempre triunfar em Cristo" (II Co 2:14).
8- Nunca mais direi que não tenho sabedoria, pois
" Jesus Cristo, da parte de Deus, se tornou para mim sabedoria, justiça, santificação e redenção" (I Co 1:30).
9- Nunca mais direi que estou doente, pois
" fui curado graças às suas chagas" (Is 53:5), e "Jesus tomou as nossas enfermidades e sobrecarregou-se dos nosso males" (Mt 8:17).
10- Nunca mais direi que estou preocupado pois
" confio a Ele todas as minhas preocupações, porque Ele cuida de mim" (I Pd 5:7). Em Cristo estou livre de cuidados.
11- Nunca mais direi que estou preso, pois
" onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade" (II Co 3:17). Meu corpo é templo do Espírito Santo.
12- Nunca mais direi que estou condenado, pois
" já não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Jesus Cristo"(Rm 8:1).
FAÇA A SUA LISTA PESSOAL DO NUNCA MAIS
E EMPENHE-SE EM DEUS PARA VENCER!
1- Nunca mais direi eu não posso, pois
" Tudo posso naquele que me fortalece" (Fl 4:13).
2- Nunca mais direi que não tenho, pois
" o meu Deus, há de prover magnificamente a todas as minhas necessidades, segundo a Sua glória, em Cristo Jesus". ( Fl 4:19).
3- Nunca mais direi que tenho medo, pois
" Deus não deu espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e de sabedoria" (II Tm 1-7).
4- Nunca mais direi que tenho dúvida ou falta de fé, pois
" eu tenho o grau de fé que Deus distribuiu" (Rm 12:3).
5- Nunca mais direi que sou fraco e desprotegido, porque
" o Senhor é o protetor de minha vida" (Sl 26:1) e "aquele que conhece a seu Deus, manter-se-á firme e resistirá" (Dn 11:32).
6- Nunca mais direi que satanás tem supremacia em minha vida, porque
" o que está em mim é maior do que aquele que está no mundo" (I Jo 4:4).
7- Nunca mais direi que estou derrotado, pois
" Deus nos concede sempre triunfar em Cristo" (II Co 2:14).
8- Nunca mais direi que não tenho sabedoria, pois
" Jesus Cristo, da parte de Deus, se tornou para mim sabedoria, justiça, santificação e redenção" (I Co 1:30).
9- Nunca mais direi que estou doente, pois
" fui curado graças às suas chagas" (Is 53:5), e "Jesus tomou as nossas enfermidades e sobrecarregou-se dos nosso males" (Mt 8:17).
10- Nunca mais direi que estou preocupado pois
" confio a Ele todas as minhas preocupações, porque Ele cuida de mim" (I Pd 5:7). Em Cristo estou livre de cuidados.
11- Nunca mais direi que estou preso, pois
" onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade" (II Co 3:17). Meu corpo é templo do Espírito Santo.
12- Nunca mais direi que estou condenado, pois
" já não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Jesus Cristo"(Rm 8:1).
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E EMPENHE-SE EM DEUS PARA VENCER!
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